COLHENDO O QUE SEMEOU
Quando eu era missionária em uma determinada igreja, estava na sala de aconselhamento — onde atendia as pessoas que nos procuravam — quando chegou uma senhora com aparência profundamente desolada.
Entre lágrimas, ela desfiou seu triste rosário de dores: contou que o marido estava a abandonando por outra mulher e o quanto a vinha humilhando e machucando. Empatizei imediatamente com a dor daquela senhora.
Foi então que ouvi uma voz bem conhecida, clara e objetiva, ordenando-me:
“Pergunte a ela se conheceu esse homem quando ele era solteiro ou se entrou na família dele, destruindo-a.”
Olhei bem dentro dos olhos daquela mulher e fiz exatamente o que me foi mandado.
Ela respondeu, curta e diretamente:
“Não. Eu entrei e destruí.”
A mesma voz me disse:
“Diga a ela que está colhendo o que semeou.”
Alguém poderia me perguntar: “E o marido dela? Ele não sofrerá as consequências dos seus adultérios?”
Ele não me procurou. Mas, com certeza, Deus não tem dois pesos e duas medidas.
“Quem semeia a injustiça colhe a maldade; o castigo da sua arrogância será completo.” (Provérbios 22:8)
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