O ATRASO QUE RESULTOU EM VIDA
Era o aniversário de uma das jovens do grupo da igreja com o qual trabalhávamos. Eu queria demonstrar-lhe carinho com um pequeno presente. Organizei-me para ir comprá-lo, porém, apesar de estar pronta, simplesmente não conseguia sair de casa — e não encontrava motivo para aquele impedimento. Fui ficando irritada, perguntando a mim mesma por que aquela barreira “sem razão”.
Finalmente consegui sair. Ao chegar à esquina da nossa rua, vi um senhor idoso deitado no chão, sangrando, com um corte na testa, enquanto um rapaz tentava reanimá-lo. Perguntei o que havia acontecido; o rapaz disse que ele era flanelinha e que havia caído, batendo a cabeça na calçada.
Percebendo que aquele homem estava morrendo, ajoelhamo-nos e impusemos as mãos sobre ele, ordenando que o espírito de morte o deixasse. O corpo do velhinho se contorceu e o espírito o deixou. Pedimos ao rapaz que o levasse ao hospital.
No dia seguinte, passamos por lá e perguntamos ao moço como o senhor estava. De maneira grosseira, ele respondeu: “Aquele ali já está morto!” Ao que lhe disse: “Deus não nos mandou ali para que ele morresse, mas para lhe dar vida.”
Três dias depois, voltamos ao estacionamento — e lá estava o velhinho. Contamos tudo o que havia acontecido e como Deus o amava. Ele permaneceu com o rosto voltado para o outro lado, demonstrando completo desprezo pelo que ouvia. Deixei-lhe um Novo Testamento e saí com o coração apertado, doendo, mas com a esperança de que o amor de Deus pudesse constrangê-lo.
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
(João 3:16)
Nenhum comentário:
Postar um comentário