ABRINDO O JOGO SOBRE O ABORTO SALVOU UM BELO BEBÊ
Um dia, quando eu morava em Belo Horizonte, recebi a ligação de uma amiga convidando-me para almoçarmos juntas, porque ela queria conversar comigo sobre um assunto delicado.
Ela me contou que estava grávida do namorado e muito preocupada com o choque que a notícia causaria à sua família. Estava em Minas Gerais para estudar em uma das universidades locais e disse-me que a única forma que encontrava para não desgostar os pais seria o aborto. Confesso que não estava preparada para lidar com uma notícia de tamanha delicadeza! Ademais, sou totalmente contrária ao aborto, embora reconheça que existem situações em que o desespero leva mulheres a tomarem essa decisão dolorosa e extrema. Falei honestamente o que pensava, à luz da Palavra de Deus, e lhe pedi um tempo para continuarmos aquela conversa. Ela concordou.
Naquela época eu dirigia o internato do seminário ESMI (Escola Superior de Missões). Quando voltei para o internato, ao entrar no nosso quarto, encontrei um livro novo, ainda lacrado em filme plástico. Surpreendentemente, o título era: “Abrindo o Jogo Sobre o Aborto”. Profundamente impactada, saí perguntando a cada interno a quem pertencia aquele livro. Ninguém viu, nem colocou o livro entre as minhas coisas. Então entendi a mensagem.
Liguei para a garota e lhe disse que tinha algo para ela. Encontramo-nos novamente. Contei a história do livro, como ele apareceu misteriosamente, e afirmei que, com certeza, aquilo era coisa de Deus. Depois de ler o livro, ela me ligou dizendo que decidiu assumir o bebê!
Aquele belo bebê tornou-se seu único filho. O namorado — o grande amor de sua vida, com quem ela se casou após a gravidez e com quem viveu alguns anos — sofreu um acidente e morreu instantaneamente.
Assim, por divina providência, o livro “Abrindo o Jogo Sobre o Aborto” salvou um belo bebê.
“Desde o ventre materno dependo de Ti; Tu me sustentaste desde as entranhas de minha mãe.
Eu sempre Te louvarei!” (Salmos 71:6)
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