
Por que não me matou Deus no ventre materno? Por que minha mãe não foi minha sepultura? Ou não permaneceu grávida perpetuamente?
Jeremias 20:17.
Estou cansado de clamar, secou-se-me a garganta; os meus olhos desfalecem de tanto esperar por Deus. Salmo de Davi, 69:3.
Quantas pessoas pensam às vezes que Deus não as ama ou que as esqueceu, e outras até que Ele as está castigando; e ficam amargurando-se em seus pensamentos e chegam até ao ponto de afastarem-se terminantemente de Deus.
Simplesmente porque ignoram o relacionamento entre Deus e os profetas, reis, sacerdotes, e outros homens que andavam com Ele e O serviam inteiramente, para quem também devemos olhar já que a bíblia é a nossa regra de fé e prática.
Podemos encontrar nas Escrituras a exemplo dos já citados, muitas outros desses homens lamentando o silêncio prolongado de Deus quando mais O necessitavam, exatamente em suas crises existenciais tanto no mundo espiritual, como emocional e até mesmo financeiro, exemplificamos com o salmista Asafe: Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos. Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos. Salmo 73: 2,3.
Todas as figuras bíblicas que se destacaram como modelo, ficaram para nós como testemunhas vivas de humanidade, debilidade, insegurança, o que não lhes impedia de gozar um relacionamento íntimo com Deus; portanto nós também podemos vivenciar os períodos em que nos sintamos como esquecidos por Ele, entrarmos nas mesmas crises que os nossos modelos de fé e vida com Deus entraram, sem que estejamos com isso ferindo o coração do Pai. Não somos divinos.
O que não podemos deixar de entender é que Ele é soberano e que o Seu silêncio pode ser ensinamento, treinamento, advertência, mas nunca desamparo, negligência ou outra qualquer insensatez que possa ser evidenciada por nós seres humanos. Ele é Deus, perfeito em todos os Seus caminhos. Guiomar Barba.
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