
“E chegando-se, pensou-lhe os ferimentos, aplicando-lhes óleo e vinho; e, colocando-o sobre o seu próprio animal, levou o para uma hospedaria e tratou dele”.
Este ferido havia caído nas mãos de assaltantes, estava lá no chão entregue ao sofrimento da morte. Talvez em um lugar onde não houvesse curiosos para rodeá-lo, como é costume, embora sem ação de caridade.
Passou um sacerdote, aquele que deveria interceder a Deus pelo o povo e que ditava aos mesmos uma conduta ética, mas não se condoeu, antes passou de longe. Semelhantemente, um levita, devoto sem compaixão, descia por aquele lugar e, vendo-o, também passou de largo.
Um samaritano, no entanto, que seguia o seu caminho passou-lhe perto e, vendo-o, compadeceu-se dele.
Exatamente um “herege” que não praticava a religião segundo os ritos judaicos sendo, portanto, repudiado pelos judeus, deu uma lição de amor, deixando por terra toda prática hipócrita da ética e da religiosidade que omite os dois maiores mandamentos:
Amarás O Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
O amor do samaritano não só pensou-lhe as feridas, mas gastou seu tempo, levou-o para uma cama confortável, para a comida pronta, o que implicou em abrir a carteira. Embora não fosse amigo daquele moribundo, nem sequer o conhecesse, era, no entanto, seu próximo; por isso o acudiu sem, contudo, entender que com a sua generosidade estaria comprando favores de Deus. Ele fez unicamente por amor, se assim não fora Jesus não o teria citado como exemplo.
Jesus dando uma lição a um intérprete da lei que queria justificar-se pelo fato de não saber a quem ajudar, contou-lhe esta bela história de misericórdia e encerrou dizendo-lhe: Vai e procede tu de igual modo.
Esta história está registrada em Lucas 10:25 a 37.
O próximo é qualquer necessitado. Agir como o samaritano depende do meu cristianismo e não da minha religiosidade. Guiomar Barba.
Este ferido havia caído nas mãos de assaltantes, estava lá no chão entregue ao sofrimento da morte. Talvez em um lugar onde não houvesse curiosos para rodeá-lo, como é costume, embora sem ação de caridade.
Passou um sacerdote, aquele que deveria interceder a Deus pelo o povo e que ditava aos mesmos uma conduta ética, mas não se condoeu, antes passou de longe. Semelhantemente, um levita, devoto sem compaixão, descia por aquele lugar e, vendo-o, também passou de largo.
Um samaritano, no entanto, que seguia o seu caminho passou-lhe perto e, vendo-o, compadeceu-se dele.
Exatamente um “herege” que não praticava a religião segundo os ritos judaicos sendo, portanto, repudiado pelos judeus, deu uma lição de amor, deixando por terra toda prática hipócrita da ética e da religiosidade que omite os dois maiores mandamentos:
Amarás O Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
O amor do samaritano não só pensou-lhe as feridas, mas gastou seu tempo, levou-o para uma cama confortável, para a comida pronta, o que implicou em abrir a carteira. Embora não fosse amigo daquele moribundo, nem sequer o conhecesse, era, no entanto, seu próximo; por isso o acudiu sem, contudo, entender que com a sua generosidade estaria comprando favores de Deus. Ele fez unicamente por amor, se assim não fora Jesus não o teria citado como exemplo.
Jesus dando uma lição a um intérprete da lei que queria justificar-se pelo fato de não saber a quem ajudar, contou-lhe esta bela história de misericórdia e encerrou dizendo-lhe: Vai e procede tu de igual modo.
Esta história está registrada em Lucas 10:25 a 37.
O próximo é qualquer necessitado. Agir como o samaritano depende do meu cristianismo e não da minha religiosidade. Guiomar Barba.
Um comentário:
Adorei teu blog, você colocou os artigos mais nescessários e precisos para uma vida do ser humano...
"A palavra de Deus'
Enquanto que os demais, só relatam coisas fúteis sem nenhum interesse. Meus parabens...
Beijos,
Ninah
Postar um comentário